Patriotas limparam a fachada do apartamento da ministra Carmem Lúcia após ataque de militantes ptistas


Segundo testemunhas, dada a violência no momento do ataque de vandalismo, se a ministra tivesse aparecido para se quer tentar conversar ou fosse pega de surpresa, provavelmente seria atacada
A mobilização de apoio à ministra foi organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelo Partido Novo, mas também teve a participação de voluntários e moradores. Motoristas que passavam local buzinavam em sinal de apoio.
Os voluntários utilizavam equipamentos com jatos de água de alta pressão para limpar a tinta vermelha usada no ato terrorista.
O voto da ministra, que preside o STF, foi decisivo para negar a Lula um habeas corpus preventivo, o que culminou no decreto de prisão do petista pelo juiz Sergio Moro. Cármem Lúcia não estava no apartamento na hora do ato de vandalismos. A polícia está no local.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) assumiu a autoria do ataque terrorista e disse que planejou a ação assim que a ministra deu o voto minerva para negar habeas corpus ao petista em julgamento no STF – eles alegam que Cármen Lúcia não deveria ter votado por ser presidente da Corte. Testemunhas relatam que havia bandeiras do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Havia cerca de 400 militantes.
Movimentos realizam escracho na casa de Carmem Lúcia,h em Belo Horizonte— Brasil de Fato (@Brasil_de_Fato) 6 de abril de 2018
#OcupaSaoBernardohttps://t.co/gCgCX7dv0G pic.twitter.com/oj3lAFb2dD

Nenhum comentário
Os comentários serão moderados antes de serem publicados.