Colaborador de vereador testemunha no caso Marielle Franco foi assassinado no Rio
"Chega para lá que a gente tem que calar a boca dele". Depois, abriu fogo.
Os investigadores já sabem que Alexandre era colaborador do vereador Marcello Siciliano (PHS), ouvido no inquérito que apura as mortes da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Uma das linhas de investigação é sobre o envolvimento de Alexandre com uma milícia.
O crime aconteceu por volta das 20h45. De acordo com relatos de testemunhas aos PMs do 18º BPM, pouco antes de atirar contra a vítima, também conhecida como Alexandre Cabeça, um dos assassinos gritou: "Chega para lá que a gente tem que calar a boca dele". Depois, abriu fogo.
O corpo de Alexandre foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), de onde, segundo a DH, deverá ser liberado nesta segunda-feira. Ainda não há informações sobre a motivação do crime.
O corpo de Alexandre foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), de onde, segundo a DH, deverá ser liberado nesta segunda-feira. Ainda não há informações sobre a motivação do crime.
A assessoria de Siciliano informou que Alexandre atuava junto aos moradores de algumas localidades da Zona Oeste, onde era líder comunitário. Ele identificava necessidades de quem vivia nessas áreas e as repassava para o parlamentar.

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