Caso Marielle: Lote de munição do assassinato foi usado pelo tráfico em São Gonçalo
Segundo o "Jornal Nacional", esse mesmo lote também já havia sido usado na maior chacina do Estado de São Paulo, em 2015, na qual 23 pessoas foram assassinadas.
O lote foi vendido para a Polícia Federal de Brasília pela empresa CBC em dezembro de 2006.
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira que a munição usada para matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) foi roubada da Polícia Federal há muitos anos.
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Segundo ele, um dos roubos aconteceu na sede dos Correios da Paraíba, e outro foi cometido por um escrivão na Superintendência da PF do Rio de Janeiro, que já responde inquérito pelo crime.
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Ainda de acordo com a reportagem, fontes da Polícia Federal afirmam que o lote tinha quase dois milhões de cápsulas, que foram distribuídas para todas as unidades da Polícia Federal. Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal receberam a maior quantidade: mais de 200 mil cápsulas cada um.

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