Ministra Luislinda Valois aceita trabalho escravo por R$ 62 mil
A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, foi aconselhada a permanecer calada e sair muda de qualquer discussão sobre o malfadado pedido para ganhar acima do teto do funcionalismo, alegando trabalho escravo e por isso, ela que já ganha R$ 31 mil, aceitaria "trabalhar como escrava" por R$ 62 mil.
Claro que diante desse deboche descarado com os cidadãos brancos, pretos, amarelos e de todas as cores desse País e que ganham o miserável salário mínimo de R$937, a internet não perdoou e teceu criticas a Luislinda com as suas declarações no dia de finados (02) e a repercussão negativa fez com que ela recuasse do pedido.
A ministra tucana tentou justificar sua pretensão, numa entrevista à Rádio Gaúcha:
Como é que eu vou comer, como é que eu vou beber, como é que se vai calçar?”, ela perguntou. Eu, como aposentada, podia vestir qualquer roupa, podia calçar uma sandália havaiana e sair pela rua. Mas como ministra de Estado eu não me permito andar dessa forma. Eu tenho uma representatividade”, acrescentou Luislinda noutro trecho da conversa. (Ouça a íntegra no rodapé do post) Como desembargadora aposentada, Luislinda recebe R$ 30.471,10.
Ouça a entrevista da ministra:
Como ministra, seu contracheque seria de 30.934,70. Entretando, a lei proíbe servidores públicos de receberem remuneração mais alta que a dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que é de R$ 33.700.
Ela só não foi demitida porque Michel Temer não quer causar nenhum ruído com a ala tucana que apoia o seu governo. Luislinda é apadrinhada por Aécio Neves e Antônio Imbassahy.
Mas os deputados estão irritadíssimos com o desgaste causado pela ministra.
Por enquanto, o presidente resiste a libertar Luislinda da escravidão.


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