Garoto de 14 anos se arrepende de "ter mudado" de sexo e volta a sua sexualidade biológica
Patrick Mitchell, um menino australiano de 12 anos de idade e que sofria de “distúrbios de gênero”, começou o processo de “mudança de sexo” com a ajuda de médicos e de sua própria mãe. Entretanto, dois anos após a cirurgia que o transformou em “mulher”, o garoto contou à mãe, arrependido, que se sentia ainda no sexo masculino; desde então está no doloroso processo de voltar ao “sexo originário” — processo que inclui tratamentos cirúrgicos.
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"Eu comecei a desenvolver-me como uma garota - o que era o que eu queria naquele momento. Mas agora isso não é tão útil ", Patrick, agora com 14 anos.
"Você tem uma imagem do que ser um menino e ser uma garota é como, mas quando você realmente a experimenta, é muito diferente".
"Eu saía do banho e passava pelo espelho e eu não olharia pra mim, porque isso só me irritava. Eu simplesmente me perguntaria se eu realmente precisava estar vivo".
O garoto já parou de tomar os hormônios e marcou as cirurgias para retirar as mamas femininas.
Cada vez mais, exemplos como o deste garoto vem acontecendo pelo mundo. Alguns casos acontecem cedo em idade, outros mais com as pessoas mais velhas. A ideologia de gênero já vem sendo combatida, inclusive pela respeitada mundialmente Sociedade de Pediatria Americana, principalmente por causa doutrinação a crianças, que ainda não tem sua formação e opiniões definidas sobre a realidade, por serem presas fáceis para esta maligna engenharia social.
Assim como no Brasil as propaganda de brinquedos são proibidas para crianças por órgãos como O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), composto por entidades da sociedade civil e ministérios do governo federal, por considerar como abusiva, portanto ilegal, toda forma de direcionamento de publicidade e comunicação mercadológica à criança com a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço, a mesma regra deveria ser usada para publicidade agressiva sobre Ideologia de Gênero na cabeça das crianças!
Exemplo disso são o uso de linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores, trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança, ou a participação de celebridades ou personagens com apelo ao público infantil.
Precisamos proteger nossas crianças desses lobos ideológicos. A saúde mental delas é importante para que sejam adultos fortes e que possam fazer um mundo melhor no futuro. Só depende de nossa proteção hoje!



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